O que a SELIC tem a ver comigo?

Faaaala, pessoal! Tudo bem?

Eu sei, eu sei, lançamos um post não faz muito tempo! Maaaaasssss, este será um mini-post sobre o que tá rolando com a Taxa Básica de Juros, a SELIC. A intenção é falar sobre os impactos no seu dia a dia e, explicar BREVEMENTE sobre a definição da taxa.

 

O que é SELIC em 140 caracteres? 😀

Vamos lá: a SELIC é a taxa básica de juros que o Banco Central determina e que possui interferência em todos os investimentos de renda fixa. Esta interferência pode ser direta, no caso dos investimentos em renda fixa pós-fixada, ou indireta, por efeito comparativo. (Droga! Deu 255 caracteres. Rs)

 

Qual é o objetivo do Governo nos ajustes da SELIC?

O propósito de alterar a meta da SELIC é balancear consumo e capital investido para controlar a inflação e o crescimento do país. Vamos pensar de forma simples: se a taxa de juros subir, isso atrai investidores; o que significa que, ao invés das pessoas consumirem, elas irão investir. Neste cenário, circula-se menos dinheiro e a inflação é contida. Num cenário inverso, com a queda dos juros, os investimentos são menos atrativos e a população tende a consumir, aumentando o dinheiro em circulação e elevando a inflação.

 

Mas por que a inflação permanece controlada mesmo com a queda de juros?

O que ocorreu foi uma série de medidas que o governo implementou para controlar a inflação. Assim, mesmo com a SELIC em queda, a inflação foi contida. Afinal de contas a SELIC não é a ÚNICA forma do Governo tentar interferir na inflação e no mercado.

 

“E o que a SELIC tem a ver comigo?”

Vamos direto aos pontos:

  1. Com SELIC em queda, a atratividade dos investimentos cai e você deveria montar uma carteira de investimentos mais eficaz buscando CDB’s, LCI’s/LCA’s, Tesouro e Fundos mais rentáveis (eu não disse Poupança! Rsrsrs);
  2. É a hora de tentar pechinchar aquela taxa de juros dos seus empréstimos: isso pode demorar um pouco para ser refletido no repasse dos juros dos bancos, mas você terá mais chance de negociar, seja com o próprio banco, seja com outra instituição financeira num movimento de “troca de dívidas” ou em um pedido de portabilidade.

 

Portanto, não importa se você investe sempre ou se está entrelaçado às dívidas: está na hora de aproveitar suas oportunidades para prosperar financeiramente!

Um abraço e até mais!

 

Fontes:

http://www.infomoney.com.br/onde-investir/renda-fixa/noticia/7340933/cdbs-rendem-vezes-mais-que-poupanca-com-selic

http://www.infomoney.com.br/educacao/guias/noticia/125180/entenda-que-como-selic-afeta-economia-brasileira-seu-bolso

http://www.valor.com.br/financas/5226393/ilan-queda-da-inflacao-permitiu-reducao-do-juro-para-minimo-historico

 

Victor Corazza Modena é graduado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Administração da USP e Pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Desenvolveu carreira em várias áreas do mundo corporativo, consolidando-se em Finanças, Marketing e Vendas, além de realizar projetos de consultoria para pequenas e médias empresas. É apaixonado por pessoas, futebol, música e café.

Expectativa de Vida e Previdência Social: uma guerra que tem o povo como derrotado

Segundo o IBGE, a expectativa de vida do brasileiro não para de crescer. Na última pesquisa, realizada em 2015 e publicada no final do ano passado, os cálculos chegaram a 75,5 anos. Entre 1940 e 2015, o índice teve um aumento de 30 anos!

Se somarmos estes dados às dúvidas nas reformas da previdência social, uma luz de alerta se acende. Estamos vivendo cada vez mais e demorando mais para nos aposentarmos.

Neste contexto todo, surgem 3 constatações:

  1. Não sabemos até quando viveremos
  2. Não sabemos qual será o desdobramento da reforma na previdência social
  3. Não sabemos até quando iremos PRECISAR trabalhar

Sabemos que o avanço da idade e a progressão da vida faz com que nossa capacidade produtiva diminua, ao mesmo tempo em que a demanda por recursos (dinheiro) aumenta: o plano de saúde fica mais caro, tendemos a precisar mais de remédios e a gastar mais com isso, ou, com mais tempo livre, podemos gastar com mais coisas – novas viagens, novas aquisições, novos passeios.

E o que isso significa?

Significa que temos que simplificar esta equação toda e isolar uma das varáveis. Precisamos nos preparar para a aposentadoria, para não termos grandes preocupações lá na frente. Em outras palavras, é se PREPARAR para não se PREOCUPAR. É como se a gente não precisasse se preocupar com dinheiro no futuro!!!

Mas como fazemos isso?

Investindo na nossa Tranquilidade Financeira! Se tivermos disciplina para pouparmos 10% de nossa renda TODOS OS MESES com o objetivo de garantirmos nossa aposentadoria no futuro, sem depender da previdência social, já teremos uma postura proativa em relação às nossas finanças. Com isso, pode até ser que nossa aposentadoria venha BEM antes do esperado. E se você mudasse o jeito de pensar em aposentadoria, assumindo que ela depende só de você?

Mudar o jeito de pensar talvez seja a melhor forma de lidarmos com os desafios da Previdência, assumindo um papel mais protagonista. Afinal, é da sua vida que estamos falando. Quem deveria estar no controle? O grande desafio, nesta perspectiva, está mais no jeito que pensamos e nos relacionamentos com o dinheiro do que com o que o governo vai fazer ou conseguir aprovar com relação à Previdência Social. #vocênocontrole #tranquilidadefinanceira

 

Fonte: http://www.brasil.gov.br/governo/2016/12/expectativa-de-vida-no-brasil-sobe-para-75-5-anos-em-2015

Statement

A maioria de nós acredita que para que alguém ganhe o outro precisa perder. A raiz desse pensamento reside na ideia de que os recursos são escassos e que não há o suficiente para todos.

Mas há uma forma diferente de pensar. Na Teoria da Abundância, o principal conceito é de que existem recursos suficientes para que todos ganhem. “Eu não serei mais pobre se o outro também ganhar.”

Alguns negócios, profissões e atividades só existem se acreditarmos que é possível dar tudo e ainda sair enriquecido. Funciona assim com ideias e aprendizado. É isso que fazemos quando entramos em uma sala para compartilhar conhecimento. Não estamos dividindo. Estamos multiplicando.

O que eu sei, conheço e pratico pode ser compartilhado com todos os participantes, sem que eu fique mais pobre, sem que eu perca absolutamente nada. Ao contrário. A contribuição e participação de cada um neste processo acaba enriquecendo minha experiência e me devolvendo histórias e mais conteúdo. Por exemplo: considere que cada um entre quarenta ou cinquenta participantes entrem em uma sala com uma ideia ou conceito. E se cada um entregar sua ideia ao grupo, todos terão – além da sua – outros quarenta ou cinquenta conceitos novos. Todos muito mais ricos. Multiplicação. Abundância.

Vivemos de abundância. Vivemos de compartilhar ideias, de enriquecer nossa vivência e a das pessoas para quem oferecemos nossos cursos e um pouco daquilo que conhecemos.

Porque, no final das contas, de nada vale conhecimento, experiência e aprendizado se não pudermos compartilhar com os outros.

E, por dever de ofício, estudamos e buscamos a maior quantidade de conhecimento e informação que somos capazes de adquirir, com o tempo e os recursos de que dispomos.

Como chegamos até Educação Financeira.

É alarmante a quantidade de pessoas – de todas as classes sociais e com as mais diferentes formações – que vivem constantemente endividadas, com problemas financeiros aparentemente insolúveis (ao menos para elas). Dados recentes revelam que 1 em cada 2 brasileiros adultos está endividado. Todos os anos, a dica dos “especialistas” é que se utilize o 13o salário para quitar dívidas. E assim, o brasileiro passa a vida de carnê em carnê, de financiamento em financiamento, de empréstimo em empréstimo.

Ainda que existam centenas de cursos que visam ensinar as pessoas a se organizarem financeiramente, aparentemente a maioria delas tem dificuldade em implementar estes planos.

Aquelas que conseguem colocar em prática os modelos de organização financeira, logo voltam a ficar endividadas e intranquilas. Parecido com o que acontece com quem faz regime e volta a engordar depois dele.

Mesmo as mudanças mais significativas e drásticas na vida financeira de algumas pessoas não são suficientes para resolver o problema do dinheiro. Não são raros os casos de pessoas que ganham fortunas – em loterias ou heranças – ou são promovidas com bons aumentos de salário e que, depois de um tempo, estão novamente sem dinheiro e com problemas financeiros. Parece com os casos, também bastante frequentes, de pessoas que passam por cirurgias para redução do estômago e que voltam a engordar depois.

A pergunta que norteou nossa busca pelo conhecimento foi: por que isso acontece?

A resposta não está no resultado que as pessoas obtêm ou no comportamento recorrente, que leva a falta de dinheiro.

A resposta é muito anterior a tudo isso. De onde vem o comportamento e as ações que adotamos e que nos levam a resultados ruins com relação a nossas finanças pessoais? A resposta está na nossa extrema dificuldade de nos relacionarmos com o dinheiro. Não sabemos como lidar com ele. Não fomos educados para isso. E para piorar, nossos pais ou responsáveis também não.

O que determina a forma pela qual lidamos com dinheiro e finanças pessoais é recheado de crenças que nos limitam e de “verdades” – que acreditamos absolutas – que aprendemos desde sempre.

Se não mudarmos aquilo que pensamos e sentimos em relação a dinheiro, não mudaremos a forma de lidar com ele, nosso comportamento. E assim, mesmo depois de estudar sobre o tema, voltaremos a cometer os mesmos erros, voltaremos ao mesmo padrão.

Logo, a solução para termos tranquilidade financeira, para conseguirmos – de uma vez por todas – mudar nossa realidade financeira atual e futura, não está apenas em aprender um punhado de regras sobre o que fazer com o dinheiro. E sim, como trabalhamos nossas crenças e valores, como mudamos de uma vez nossa relação com o dinheiro.

Só mudando nosso pensamento, nosso sentimento sobre dinheiro, mudaremos nosso comportamento e consequentemente nossos resultados.

Neste momento, você pode estar se perguntando: “ok, acredito nisso, que preciso mudar minhas crenças. Mas se elas foram construídas ao longo da minha vida, como mudá-las rapidamente?”

Tudo o que pensamos, nossas crenças, valores que norteiam nossos comportamentos estão “impressos” em nosso cérebro. Este órgão nobre gasta muita energia (cerca de 20% de toda energia que produzimos), então ele sabe que deve gastar o mínimo de energia possível. O nosso cérebro faz isso colocando coisas no automático. Sem ter que pensar para fazer as coisas, nosso cérebro está economizando energia para quando precisar pensar, raciocinar, decidir. É por isso que motoristas com muito tempo de carta, por exemplo, não precisam pensar o tempo todo para dirigir. A coisa toda acontece no automático. É por isso que muitas vezes não pensamos no caminho que devemos fazer de um lugar familiar para outro – como de casa para o trabalho, por exemplo. Quando vemos, já chegamos. E é por isso que conseguimos fazer várias coisas ao mesmo tempo. Porque algumas delas estão no automático.

Parte das nossas decisões com relação a dinheiro, compras, consumo, poupança, empréstimos, etc. estão no automático. E uma das maneiras mais eficazes de despertar nosso cérebro e fazer com que tenha novos padrões é através da Programação Neurolinguística. Um conjunto de exercícios e práticas que ativam nosso cérebro e desconstrói parte das crenças impressas há muito tempo, em questão de minutos ou até segundos.

Quando falamos de Educação Financeira, primeiro precisamos mudar nossos padrões de pensamento e crenças com relação ao dinheiro e fazemos isso a partir de exercícios de PNL.

Ao rever nossas crenças e valores, estaremos preparados para uma nova forma de organizar nossas finanças. É neste momento que oferecemos uma metodologia – testada e aprovada – que vai mudar o comportamento com relação ao dinheiro.

Aprendemos desde sempre que, para termos tranquilidade financeira, precisamos ganhar mais ou gastar menos. Esta é uma das nossas crenças mais importantes. E se disséssemos que existe uma terceira forma? A resposta está em Gastar Melhor.

Assim, quando desconstruímos a forma de pensar e relacionar-se com o dinheiro, quando estiver livre das crenças que o limitam, apresentaremos uma metodologia para que você gaste melhor. Assim você será capaz de mudar seu comportamento com relação às suas finanças pessoais e ter resultados diferentes dos que tem hoje.

Mas estas mudanças são permanentes?

Talvez você já tenha feito algum daqueles cursos que prometem mudar sua vida para sempre. E pode ser que durante o curso você tenha acreditado que sua vida nunca mais seria a mesma. Porém, passado algum tempo, as mudanças que você achava que seriam permanentes simplesmente não aconteceram.

Isso acontece porque depois de um curso, você volta para o seu dia a dia, para sua rotina. E o seu cérebro tenta voltar naturalmente para aquilo que é familiar, para o automático. Fora do ambiente “controlado” do curso, a vida continua e você fica exposto àquilo que fazia antes do curso. Em outras palavras, as mudanças que você experimentou nos cursos acabam não sendo duradouras.

A Neurociência tem uma resposta para isso. Seu novo comportamento deve se tornar um hábito. Por isso, você precisa praticar aquele novo comportamento aprendido por um tempo suficientemente longo para que ele se torne automático, para que seja um novo hábito.

Quando desenhamos nosso curso, quando decidimos que nosso maior objetivo é que você de fato controle suas finanças e tenha tranquilidade financeira, pensamos em uma forma de acompanhá-lo no período pós-curso. Para que tudo o que foi aprendido seja praticado por aquele tempo suficientemente longo, para que assim o comportamento de gastar melhor e manter-se na metodologia aprendida se torne um hábito.

Em resumo.

Nosso propósito é fazer com que as pessoas tenham tranquilidade financeira. Que isso possa se transformar em liberdade financeira. Porque sabemos como fazer isso, já fizemos e conhecemos os resultados.

Faremos isso por meio de um curso de imersão, utilizando ferramentas que nos ajudam a mudar de maneira permanente nossas crenças limitantes. Apresentaremos uma metodologia eficaz, que vai proporcionar aos participantes que gastem seu dinheiro de maneira mais eficiente, gastem melhor.

E para que o cotidiano não apague o que foi aprendido no curso, ofereceremos continuidade na aplicação da metodologia, por meio de um aplicativo para celular, que vai estar ao seu lado, auxiliando você quando tiver que fazer as escolhas, ajudando você a gastar melhor. Esta continuidade e assessoria permanente fará com que você crie o hábito de fazer melhores escolhas com o seu dinheiro.

Pronto. Você terá adquirido um novo padrão que certamente lhe conduzirá a tranquilidade financeira.

Nosso propósito é que as pessoas possam fazer melhores escolhas e que se libertem financeiramente, para que possam viver a abundância e responder à pergunta mais inquietante e interessante quando o assunto é finanças pessoais:

O que você faria, se dinheiro não fosse importante?