4 atitudes para sair do vermelho e entrar no caminho da tranquilidade financeira

Fala, pessoal!

Hoje o assunto vai ser superprático e direto ao ponto: COMO SAIR DO VERMELHO!

Com o avanço da tecnologia, as redes sociais tomaram conta do mercado e da população. É como se “quem não tem rede social não estivesse presente no mundo”, não é mesmo? Como se não bastasse, quando abrimos nossa timeline damos de cara com posts dos nossos “amigos” (será que todos nossos contatos se importam DE VERDADE com a gente?) em lugares paradisíacos, restaurantes charmosos e agradáveis, com celulares de última geração e sorrisos, sorrisos e mais sorrisos.

Parece que este rio de outdoors da felicidade só faz nossa angústia aumentar quando olhamos para as nossas contas: é a parcela do carro que não perdoa, o financiamento da casa, o aluguel, a escola das crianças, o cartão de crédito, cartão de crédito, mais cartão de crédito. Sem falar da conta no mercado, que está cada vez mais salgadinha…

Então, vamos com calma! O que fazer para $air de uma vez do vermelho?

Passo 1: Autoconhecimento!

“Ah tá! E como isso vai ajudar? Vou sair do vermelho abraçando a árvore?”

Calma, muuuuita calma nessa hora. Antes de ir para a parte prática, vamos planejar! Tão simples quanto isso! A primeira grande dica é entender e colocar no papel seu perfil de consumo respondendo algumas perguntas como:

  • Com o que eu costumo gastar?
  • Quais são minhas contas “fixas” mensais?
  • Quando eu costumo comprar por impulso?
  • Que tipos de itens eu compro por impulso?

Nós vamos, neste primeiro passo, mapear o problema. Para isso, pegue uma folha de sulfite e faça um traço bem no centro dela, de fora a fora, dividindo a folha em duas metades. Na metade da esquerda, você vai colocar todos os gastos necessários à sua sobrevivência: aluguel, água, luz, telefone, internet, compras de comida no mercado, impostos, escola das crianças. Na outra metade, seus outros gastos, incluindo financiamento do carro e da casa, compras por impulso e tudo o mais. Você vai ver que tem bastante gasto “fixo” que não é tãããããão fixo assim.

Passo 2: Mudança de Comportamento

Este segundo passo talvez seja o mais trabalhoso. Após identificar seu perfil de consumo, entender suas limitações e os motivos pelos quais você chegou até a atual situação financeira, você deve começar a mudar os comportamentos recorrentes que te levaram ao vermelho! A grande sacada aqui é tocar na ferida, entender que, assim como nossa forma física (nem sempre atlética), nossa saúde financeira é proveniente dos nossos hábitos. E como mudar o resultado das coisas? MUDANDO NOSSOS HÁBITOS.

Com novos hábitos e um mindset melhor, não-baseado em crenças limitantes e bloqueadoras, a saúde financeira vai chegar e você vai conseguir sair do vermelho.

Passo 3: Categorizar Seus Gastos

Lembra da sua folha de sulfite? Pois é! Vamos falar dela. Se a soma dos gastos das suas Necessidades Essenciais (aluguel, água, luz, telefone, comida, escola da pequena) ultrapassar 55% da quantia que você recebe todo mês, sinal de alerta! Hora de simplificar as coisas e reduzir seu estilo de vida. Da mesma forma, vamos categorizar os outros gastos da folha nas seguintes categorias:

  • Fazer pelo Outro: 5%;
  • Diversão: 10%;
  • Compras de longo prazo – os financiamentos do carro e da casa entram aqui: 10%;
  • Desenvolvimento Pessoal: 10%.

Percebeu que falta 10%? Pois é, teremos um novo hábito! Investir para nossa Tranquilidade Financeira. Que tal nos aposentarmos beeeem antes dos 60? Gostou da ideia? Então…é de grana em grana que a gente aprende a poupar.

Passo 4: Ferramentas Para Sair do Vermelho

“Poxa! É muita coisa! Como faço pra aplicar tudo isso no meu dia-a-dia?”

Legal! Essa a gente resolveu pra você! Temos algumas ferramentas para que você tenha tudo isso que falamos hoje aí, na palma da sua mão. Que tal uma ajudinha da NFC no seu dia-a-dia para sair de vez do vermelho?

Quer saber como? É só entrar em contato com a gente pelo nosso Facebook (www.facebook.com.br/nofinaldascontas) ou pelo nosso WhatsApp (11) 94142-9797.

Até logo! 😉

Graduado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Administração da USP e Pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Desenvolveu carreira em várias áreas do mundo corporativo, consolidando-se em Finanças, Marketing e Vendas, além de realizar projetos de consultoria para pequenas e médias empresas.
É apaixonado por pessoas, futebol, música e café.

Tranquilidade Financeira: compromisso com seu futuro!

Fala, pessoal!!! Tudo bom?

Há quanto tempo eu não passava por aqui! :-O

Enfrentamos uma temporada de cursos e a correria está a todo vapor por aqui. Sem falar das Lives no Facebook e das tantas outras iniciativas que estamos tocando nas últimas semanas! Em breve teremos novidades…

Então…vamos lá!!! Hoje o assunto é Tranquilidade Financeira. E nada melhor do que começar falando o que nós, eu e João, pensamos sobre a definição desse termo:

“Ter Tranquilidade Financeira é dispor de um investimento que lhe renda, mensalmente, um valor que pague seu padrão de vida desejado, sem alterar o montante investido”.

OOOOOOOOI?

Ok! Vamos por passos!

Primeiro vamos pensar num padrão de vida sonhado. E então? O que você planeja na sua “vida ideal”? Uma casa num condomínio fechado ou um apartamento? Com jardim ou sem? Mais clean ou confortável? E os cachorros? Três enormes e um pequeno? Ou só um? Nenhum? Casado ou solteiro? Quantos filhos? Em que lugar do mundo quer morar?

Não importa o tamanho do seu sonho. Apenas sonhe! Afinal, sonhar grande ou pequeno dá o mesmíssimo trabalho.

Agora que você já deu asas à sua imaginação, vamos começar os planos. É isso que diferencia sonhos de objetivos!

Qual é valor que possibilita que seu sonho se torne real? De qual “salário” precisa para concretizar tudo isso? R$10mil? R$50mil? R$100mil?

Seu sonho começou a se tornar objetivo! Consegue ver como a história muda? Um dos segredos é EXATAMENTE esse: transformar um sonho em objetivo e fatiar um grande objetivo em várias pequenas metas.

O próximo passo é entender como traçar um plano efetivo para tornar tudo isso real. Se você tem um sonho que demanda R$10mil/mês, você precisaria de um capital investido de, aproximadamente, R$2.000.000,00, considerando uma rentabilidade líquida mensal de 0,5%, rentabilidade esta facilmente alcançável em investimentos de renda fixa encontrados no mercado. Detalhe: sem mexer no capital de R$2 milhões.

A sacada aqui é entender que você pode se organizar para ter um “salário sem sair de casa”. Basta fazer escolhas melhores, investir certo, respeitando seu perfil e diversificar sua carteira de investimentos. E quanto mais você fizer boas escolhas, menor é o capital investido que você precisará, uma vez que sua rentabilidade poderá ser maior que o 0,5% do nosso exemplo.

E quanto por mês eu devo reservar para este propósito?

Na metodologia que ensinamos, falamos que 10% da renda líquida (quantia que entra efetivamente nas nossas contas, deduzida dos impostos) deve ser destinada para a Tranquilidade Financeira. Vejam: a ideia não é poupar o que sobra. É gastar o que sobra após poupar e gastar com Necessidades Básicas. Devemos tratar a Tranquilidade Financeira como uma DÍVIDA COM O NOSSO EU DO FUTURO! Obrigação! Lei! Disciplina! Se sabemos que a previdência social está cada vez mais instável, temos a opção de nos preparar para um futuro mais tranquilo, época em que nossa capacidade de trabalho cai e nossas despesas (principalmente as médicas) aumentam.

Aliás, se o que diferencia sonhos de objetivos é a mensuração, o que aproxima o objetivo da realidade é ela, a DISCIPLINA.

Um abraço a todos e até mais!

 

Graduado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Administração da USP e Pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Desenvolveu carreira em várias áreas do mundo corporativo, consolidando-se em Finanças, Marketing e Vendas, além de realizar projetos de consultoria para pequenas e médias empresas.
É apaixonado por pessoas, futebol, música e café.

Seria bom se as mudanças necessárias pudessem acontecer como mágica, não é?

Já aconteceu de você saber que está fazendo uma coisa que não vai dar certo? Tem aquela vozinha que fica alertando você e apontando tudo que pode dar errado. Ou ainda, que fica relembrando de todas as outras vezes que você fez algo parecido e que também não deu certo.

E o pior é que no final, a tal voz tinha razão e você se vê frustrado, repetindo os mesmos erros, como um disco riscado (nossa, essa é velha…). Na verdade, você percebe – depois – que está repetindo os padrões.

Na verdade, é exatamente isso: repetimos nossos padrões de comportamento de maneira infindável. Porque somos feitos das nossas crenças, das repetições daquilo que aprendemos, dos rituais que repetimos muitas vezes. A maneira que aprendemos, via de regra, é pela repetição. Pense em como você aprendeu tudo o que aprendeu…

E daí vem aquelas perguntas: então ninguém muda? É impossível mudar? Por que é tão difícil?

As mudanças permanentes vêm da tomada de consciência de que um determinado comportamento não adianta mais. Mas esta tomada de consciência deve vir acompanhada de levantamento e análise das crenças, sentimentos e pensamentos que originam tais comportamentos.

Muitas pessoas conseguem entender que os resultados que temos têm relação direta com nosso comportamento. A forma como agimos, determina o que conseguimos.

Mas poucas pessoas compreendem de onde vem os comportamentos.

Se formos capazes de entender a relação e sentimento que temos com determinado tema (relacionamento, regime, dinheiro, trabalho, etc.), as crenças sobre este tema, seremos capazes de alterá-las. Só assim, depois deste mergulho e compreensão, que os padrões de comportamento podem ser refeitos. Os resultados serão consequência desta alteração.

O convite, portanto, é não esperar por uma mágica que mude a forma como agimos, mas, sim, arregaçar as mangas e investigar porque pensamos como pensamos e como alterar nossas crenças, para que novos comportamentos sustentáveis tomem o lugar daqueles que não servem mais…

Este é o caminho, mas é você quem precisa decidir trilhá-lo.

João Henrique Ribeiro é publicitário, mestre em administração de empresas com ênfase em comportamento e practitioner em PNL. Palestrante e autor, desenvolveu toda sua carreira na tentativa de compreender as pessoas e entender porque elas fazem o que fazem. Hoje se dedica a auxiliar organizações a capacitar profissionais mais engajados e capazes. E a transformar a vida financeira de todas as pessoas.

 

Como Gerir Minhas Finanças: a Facilidade de Categorizar

Hoje no nosso post vamos falar um pouquinho sobre o pilar de Gestão Financeira da nossa metodologia. Mas calma! Apesar de sério, o tema está longe de ser árido!

Na verdade, como já falamos por aqui, defendemos a ideia de que Educação Financeira deveria ser ministrada na escola. Infelizmente, no Brasil, esta ideia não é disseminada e a esmagadora maioria das instituições de ensino fundamental e médio não ministra a disciplina. No final das contas, acabamos aprendendo sobre dinheiro com nossos pais ou responsáveis, ou a partir de exemplos, que nem sempre são positivos ou nos ajudam.

Assim, nosso papel é trazer consciência e conhecimento sobre este assunto, ajudando o maior número possível de pessoas a conquistar alguma tranquilidade financeira.

Mas como devo me relacionar com meu Dinheiro?

Pois é! Esta parte é crucial para que a gente se prepare para falar sobre as categorizações. Como nós falamos aqui no blog da NFC, nossos Resultados (forma como nosso dinheiro é administrado) é consequência de nossas Atitudes, que por sua vez são materializações de nossos Sentimentos. Os Sentimentos são provenientes de nossos Pensamentos. E nossos Pensamentos são previamente pautados por nossas Crenças.

Resumindo, para entender: nossas Crenças e Valores norteiam nossos Pensamentos. Estes geram Sentimentos. Os Sentimentos geram Comportamentos que geram Resultados.

Então, para alterar definitivamente nossos Resultados, devemos alterar nossas Crenças e Valores.

Ok! Entendi. E depois de reconstruir minhas Crenças e estar preparado para falar de Dinheiro?

Após trabalharmos as Crenças Limitantes, vamos começar a falar de DINHEIRO propriamente dito.

Existem várias formas de fazer a Gestão Financeira e vários meios para isso. Nós desenvolvemos o nosso método.

Acreditamos que a forma mais fácil e rápida de fazer a administração da sua grana é separando sua renda em CATEGORIAS. É isso mesmo! Separar seu dinheiro em “caixinhas”, cada uma com uma intenção diferente, absorvendo cada tipo de gasto. É como se tivéssemos um tanto de dinheiro diferente para cada tipo de despesa.

Assim, dentre tantas e infindáveis propostas, a nossa se baseia numa ideia inicial de T. Harv Eker, e acreditamos que é extremamente eficiente separar seu dinheiro em 6 categorias. São elas:

  • Necessidades Essenciais – 55%
  • Tranquilidade Financeira – 10%
  • Fazer Pelo Outro – 5%
  • Diversão – 10%
  • Compras de Longo Prazo – 10%
  • Desenvolvimento Pessoal – 10%

Simples e fácil! Para cada despesa, uma categoria diferente. Notou que uma delas é a Tranquilidade Financeira? Pois é desta forma, que começamos a pavimentar esta trilha.

A pergunta que sempre surge neste momento é: e se minhas despesas não couberem nestas divisões, com estas porcentagens? A resposta é: simplifique. “Fácil falar. Difícil de fazer…”. Epa! Cuidado com suas crenças!!!

Por isso é fundamental conseguir alterar suas crenças e valores. Assim fica mais fácil decidir como cuidar do dinheiro e o que cortar – se for o caso.

O caminho para sua tranquilidade financeira pode estar bem mais perto do que você pensa. Reconstruindo suas Crenças e trabalhando com categorias de uma forma eficiente (e plantando seu futuro), não temos dúvidas de que todos alcançarão seus sonhos!

Até mais!

 

Graduado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Administração da USP e Pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Desenvolveu carreira em várias áreas do mundo corporativo, consolidando-se em Finanças, Marketing e Vendas, além de realizar projetos de consultoria para pequenas e médias empresas.
É apaixonado por pessoas, futebol, música e café.

 

Quanto demora uma mudança profunda?

Sabe aquele ditado que diz: “pau que nasce torto morre torto”? Ou “cachorro velho não aprende truque novo”? Então, estas são crenças. E das grandes.

Acreditar que as pessoas simplesmente não mudam é tremendamente limitante, não acha? Se assim fosse, teríamos que deixar de acreditar nas pessoas e em sua capacidade de evoluir, de aprender e mudar.

Pessoalmente acredito que mudanças acontecem num piscar de olhos. Estou falando de mudanças profundas, inclusive.

Na verdade isso acontece quando passamos a ter consciência – de fato – que algum comportamento não nos serve mais. E que temos condições ou competência para fazer diferente. Em outras palavras, quando faz sentido fazer diferente.

Parece mágica. De repente. Bum. E tudo parece que faz mais sentido, que é diferente. Mas quem mudou foi você!

Quer um exemplo? Isso é mais fácil de notar por aqueles que passam por uma grande dificuldade ou problema.

Provavelmente, você já ouviu diversas histórias de pessoas que sofrem com uma doença grave ou ainda sofrem um grave acidente e sobrevivem. Depois destes episódios, não são raros os relatos de que esta experiência é transformadora, de que as coisas mais simples passam a ter outro valor e de que a vida tem outras cores e sabores.

Já faz tempo que li o livro De volta a vida, de Lance Armstrong, o famoso ciclista. Ele teve câncer e conta um pouco da sua batalha. Em determinada altura, ele fala da dificuldade de não ter morrido. Parece insanidade, mas não é. Ele conta que durante sua batalha pela vida, seu foco estava em não morrer. Quando se curou, a vida estava diferente. Ele tinha que reaprender a viver. Neste momento, ele usa um termo muito interessante: sobrevivencialismo.

Certa vez, conversando com um amigo que viveu uma destas experiências traumáticas, ele me disse do valor que passou a dar às coisas mais simples do mundo, como uma brisa, um por do sol ou beber um copo de água fresco. O ponto está justamente no foco, na importância e na consciência que damos às coisas.

Refletindo um pouco sobre tudo isso, cheguei a conclusão de que a tal consciência que precisamos passa por desligar o piloto automático. Fazemos coisas demais sem atenção, sem estar presente naquele momento. É como se estivéssemos anestesiados para o agora. Acredito que seja preciso despertar…

A parte boa dessa história é que não precisamos passar por situações traumáticas para causar mudanças profundas na nossa vida. Precisamos do toque certo, da tomada de consciência precisa, somada de um mergulho nas suas competências pessoais, que já estão todas aí, dentro de você, para que se decida fazer diferente.

Das ferramentas que conheço, a mais eficaz para estas mudanças profundas e duradouras é a programação neurolinguística. Porque trabalha a forma que pensamos de maneira prática e aguda. Porque se comunica com nosso cérebro e dá comandos precisos. Porque altera nossa forma de enxergar o mundo.

Como disse uma vez Albert Einstein: “a mente que se abre a uma nova ideia jamais volta ao seu tamanho original”.

Que tal pensar em tudo o que você gostaria de mudar de vez na sua vida. E agir?

João Henrique Ribeiro é publicitário, mestre em administração de empresas com ênfase em comportamento e practitioner em PNL. Palestrante e autor, desenvolveu toda sua carreira na tentativa de compreender as pessoas e entender porque elas fazem o que fazem. Hoje se dedica a auxiliar organizações a capacitar profissionais mais engajados e capazes. E a transformar a vida financeira de todas as pessoas.

 

Nova Regra no Rotativo do Cartão de Crédito: resolve?

Em janeiro, o Conselho Monetário Nacional anunciou medidas que alteram a forma como a operação do crédito rotativo é realizada. A partir de 3 de abril, as instituições financeiras serão obrigadas a migrarem o saldo do rotativo do cartão com mais de 30 dias para uma linha de crédito com menores taxas. Em outras palavras, para quem ficar no rotativo do cartão por mais de 30 dias, a administradora será obrigada a oferecer uma linha de crédito mais barata e com prazos definidos. Mas, No Final das Contas, o que muda em nossas vidas?

A ideia é simples! Entretanto, a regra está longe de ser clara, desalegrando Arnaldo Cézar Coelho.

Na resolução 4.549 do Banco Central, a decisão traz dois pontos fundamentais:

  • A linha do crédito rotativo, quando a fatura não for liquidada integralmente até o vencimento, só poderá ter saldo devedor até a próxima fatura.
  • O financiamento do saldo devedor deverá ocorrer em uma outra linha de crédito mais vantajosa para o cliente.

Simples! Porém, fica a cargo das instituições financeiras decidirem quais mecanismos utilizarão, em quantas parcelas tais financiamentos serão quitados, quais taxas e encargos serão executados, se tais informações serão evidenciadas na fatura ou não…

Para se ter uma ideia, os juros do crédito rotativo giram em torno de 500% ao ano. Já os juros do crédito parcelado estão na casa dos 150% anuais. Analisando a regra ao pé da letra, qualquer taxa abaixo dos 500% ao ano respeita a Resolução do Banco Central, não precisando nem se aproximar dos 150% anuais do crédito parcelado.

A alteração é benéfica para o cliente?

Depende! Acreditamos que depende de cada um de nós toda a preparação para a mudança. Ficar nas mãos das intuições financeiras é um grande perigo.

Nosso ponto é: temos que nos preparar individualmente. Independentemente da nova Resolução, nossa dica aqui é gastar no cartão de crédito apenas o que poderemos EFETIVAMENTE pagar. Nada de entrar nessa história de pagar o mínimo da fatura. Pagar o mínimo da fatura gera esse saldo devedor com juros altos.

Mas e se eu já estou nessa situação?

Calma! A solução em meio aos juros altos é de SIMPLIFICAR! Renegocie tudo o que puder junto à sua instituição bancária. Se mesmo assim não conseguir bons descontos, nossa indicação é buscar alternativas: outras instituições financeiras, linhas de crédito ou financiamento mais baratas, entre outras. A ideia é trocar um empréstimo caro por outro mais barato, com taxas de juros menores.

Resumindo, tenha disciplina para saber quanto pode gastar e não caia em possíveis ciladas! Só assim sua situação financeira poderá melhorar. Alguns dirão: fácil falar, difícil fazer. E, infelizmente, concordamos. Nem sempre é fácil ou simples ter a disciplina para mudar nosso estilo de vida e consumo. Mas, sem dúvida, é absolutamente necessário!

Graduado em Ciências Contábeis pela Faculdade de Economia e Administração da USP e Pós-graduado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas. Desenvolveu carreira em várias áreas do mundo corporativo, consolidando-se em Finanças, Marketing e Vendas, além de realizar projetos de consultoria para pequenas e médias empresas.
É apaixonado por pessoas, futebol, música e café.

 

Fontes: http://www.valor.com.br/financas/4849050/cmn-muda-regra-do-cartao-de-credito-para-restringir-uso-do-rotativo

https://www.bcb.gov.br/pre/normativos/busca/normativo.asp?numero=4549&tipo=Resolu%C3%A7%C3%A3o&data=26/1/2017

Tem gente sem educação falando de Saúde Financeira…

Alguns consultores de finanças pessoais afirmam poder ajudar seus clientes a ter saúde financeira. Daí eu me pergunto: como ter saúde financeira sem educação?

Estamos falando aqui de Educação Financeira! [icon name=”emo-saint”]

Vamos pensar juntos? Quando falamos em deixar as contas e finanças pessoais com saúde, imaginamos deixá-la no azul, com aplicações que possam render juros. Parece interessante não é mesmo?

Acredito que é o sonho de qualquer pessoa e que, de um jeito ou de outro, buscamos isso para nossas vidas.

Mas acredito também que educação vem antes da saúde, pelo menos no que diz respeito a finanças pessoais.

Vou fazer uma comparação que para mim faz todo sentido: mais uma vez, o regime. Quando pensamos em ter uma alimentação saudável, em emagrecer, logo imaginamos um regime, em comer coisas saudáveis, fibras, verduras e legumes. E muitos iniciam um regime restritivo, abrindo mão – e fechando a boca – para coisas gostosas que sempre fizeram parte do seu cardápio. Assim, pizza nem pensar, chocolate vira veneno, massa nem de graça.

Quando atingimos o peso pretendido, saímos do regime. E muitas pessoas acabam voltando a consumir o que estavam acostumadas. Resultado? Voltam a engordar.

Quando este processo é acompanhado por um nutricionista, é bastante comum que ela não fale em regime, mas, sim, em reeducação alimentar. O segredo para uma dieta saudável está muito mais em se reeducar do ponto de vista de alimentação do que de um regime que se faz durante algum tempo.

Com relação às nossas finanças pessoais funciona do mesmo jeito. Não adianta só baixar planilhas da internet, apps para celular ou assistir a um vídeo no YouTube, para fazer valer uma promessa de mudança de organização financeira ou para sair de uma crise. Vale durante algum tempo, como o regime. Mas assim que as coisas voltam ao lugar, ou assim que recebermos um estímulo ao consumo, a tendência é que voltemos ao comportamento anterior.

Assim, para termos saúde financeira, na nossa visão, precisamos daquela reeducação financeira. Ocorre que não é uma reeducação, porque nunca passamos por um processo de educação financeira. Repetimos comportamentos aprendidos ao longo da vida.

É por este motivo que acreditamos em um processo que parte da desconstrução de crenças e valores, para depois construirmos um novo modelo de relação com o dinheiro. É por isso que acreditamos que ter saúde financeira é ótimo. Mas Educação Financeira é fundamental. E para termos a primeira, devemos começar pela segunda.

E você, o que acha? Faça seus comentários em nossas redes sociais. E se tiver alguma dúvida, pergunte-nos. No final das contas, o que a gente quer mesmo é transformar a vida das pessoas e que você tenha tranquilidade financeira, com saúde e educação!

 

João Henrique Ribeiro é publicitário, mestre em administração de empresas com ênfase em comportamento e practitioner em PNL. Palestrante e autor, desenvolveu toda sua carreira na tentativa de compreender as pessoas e entender porque elas fazem o que fazem. Hoje se dedica a auxiliar organizações a capacitar profissionais mais engajados e capazes. E a transformar a vida financeira de todas as pessoas.

 

Expectativa de Vida e Previdência Social: uma guerra que tem o povo como derrotado

Segundo o IBGE, a expectativa de vida do brasileiro não para de crescer. Na última pesquisa, realizada em 2015 e publicada no final do ano passado, os cálculos chegaram a 75,5 anos. Entre 1940 e 2015, o índice teve um aumento de 30 anos!

Se somarmos estes dados às dúvidas nas reformas da previdência social, uma luz de alerta se acende. Estamos vivendo cada vez mais e demorando mais para nos aposentarmos.

Neste contexto todo, surgem 3 constatações:

  1. Não sabemos até quando viveremos
  2. Não sabemos qual será o desdobramento da reforma na previdência social
  3. Não sabemos até quando iremos PRECISAR trabalhar

Sabemos que o avanço da idade e a progressão da vida faz com que nossa capacidade produtiva diminua, ao mesmo tempo em que a demanda por recursos (dinheiro) aumenta: o plano de saúde fica mais caro, tendemos a precisar mais de remédios e a gastar mais com isso, ou, com mais tempo livre, podemos gastar com mais coisas – novas viagens, novas aquisições, novos passeios.

E o que isso significa?

Significa que temos que simplificar esta equação toda e isolar uma das varáveis. Precisamos nos preparar para a aposentadoria, para não termos grandes preocupações lá na frente. Em outras palavras, é se PREPARAR para não se PREOCUPAR. É como se a gente não precisasse se preocupar com dinheiro no futuro!!!

Mas como fazemos isso?

Investindo na nossa Tranquilidade Financeira! Se tivermos disciplina para pouparmos 10% de nossa renda TODOS OS MESES com o objetivo de garantirmos nossa aposentadoria no futuro, sem depender da previdência social, já teremos uma postura proativa em relação às nossas finanças. Com isso, pode até ser que nossa aposentadoria venha BEM antes do esperado. E se você mudasse o jeito de pensar em aposentadoria, assumindo que ela depende só de você?

Mudar o jeito de pensar talvez seja a melhor forma de lidarmos com os desafios da Previdência, assumindo um papel mais protagonista. Afinal, é da sua vida que estamos falando. Quem deveria estar no controle? O grande desafio, nesta perspectiva, está mais no jeito que pensamos e nos relacionamentos com o dinheiro do que com o que o governo vai fazer ou conseguir aprovar com relação à Previdência Social. #vocênocontrole #tranquilidadefinanceira

 

Fonte: http://www.brasil.gov.br/governo/2016/12/expectativa-de-vida-no-brasil-sobe-para-75-5-anos-em-2015

Statement

A maioria de nós acredita que para que alguém ganhe o outro precisa perder. A raiz desse pensamento reside na ideia de que os recursos são escassos e que não há o suficiente para todos.

Mas há uma forma diferente de pensar. Na Teoria da Abundância, o principal conceito é de que existem recursos suficientes para que todos ganhem. “Eu não serei mais pobre se o outro também ganhar.”

Alguns negócios, profissões e atividades só existem se acreditarmos que é possível dar tudo e ainda sair enriquecido. Funciona assim com ideias e aprendizado. É isso que fazemos quando entramos em uma sala para compartilhar conhecimento. Não estamos dividindo. Estamos multiplicando.

O que eu sei, conheço e pratico pode ser compartilhado com todos os participantes, sem que eu fique mais pobre, sem que eu perca absolutamente nada. Ao contrário. A contribuição e participação de cada um neste processo acaba enriquecendo minha experiência e me devolvendo histórias e mais conteúdo. Por exemplo: considere que cada um entre quarenta ou cinquenta participantes entrem em uma sala com uma ideia ou conceito. E se cada um entregar sua ideia ao grupo, todos terão – além da sua – outros quarenta ou cinquenta conceitos novos. Todos muito mais ricos. Multiplicação. Abundância.

Vivemos de abundância. Vivemos de compartilhar ideias, de enriquecer nossa vivência e a das pessoas para quem oferecemos nossos cursos e um pouco daquilo que conhecemos.

Porque, no final das contas, de nada vale conhecimento, experiência e aprendizado se não pudermos compartilhar com os outros.

E, por dever de ofício, estudamos e buscamos a maior quantidade de conhecimento e informação que somos capazes de adquirir, com o tempo e os recursos de que dispomos.

Como chegamos até Educação Financeira.

É alarmante a quantidade de pessoas – de todas as classes sociais e com as mais diferentes formações – que vivem constantemente endividadas, com problemas financeiros aparentemente insolúveis (ao menos para elas). Dados recentes revelam que 1 em cada 2 brasileiros adultos está endividado. Todos os anos, a dica dos “especialistas” é que se utilize o 13o salário para quitar dívidas. E assim, o brasileiro passa a vida de carnê em carnê, de financiamento em financiamento, de empréstimo em empréstimo.

Ainda que existam centenas de cursos que visam ensinar as pessoas a se organizarem financeiramente, aparentemente a maioria delas tem dificuldade em implementar estes planos.

Aquelas que conseguem colocar em prática os modelos de organização financeira, logo voltam a ficar endividadas e intranquilas. Parecido com o que acontece com quem faz regime e volta a engordar depois dele.

Mesmo as mudanças mais significativas e drásticas na vida financeira de algumas pessoas não são suficientes para resolver o problema do dinheiro. Não são raros os casos de pessoas que ganham fortunas – em loterias ou heranças – ou são promovidas com bons aumentos de salário e que, depois de um tempo, estão novamente sem dinheiro e com problemas financeiros. Parece com os casos, também bastante frequentes, de pessoas que passam por cirurgias para redução do estômago e que voltam a engordar depois.

A pergunta que norteou nossa busca pelo conhecimento foi: por que isso acontece?

A resposta não está no resultado que as pessoas obtêm ou no comportamento recorrente, que leva a falta de dinheiro.

A resposta é muito anterior a tudo isso. De onde vem o comportamento e as ações que adotamos e que nos levam a resultados ruins com relação a nossas finanças pessoais? A resposta está na nossa extrema dificuldade de nos relacionarmos com o dinheiro. Não sabemos como lidar com ele. Não fomos educados para isso. E para piorar, nossos pais ou responsáveis também não.

O que determina a forma pela qual lidamos com dinheiro e finanças pessoais é recheado de crenças que nos limitam e de “verdades” – que acreditamos absolutas – que aprendemos desde sempre.

Se não mudarmos aquilo que pensamos e sentimos em relação a dinheiro, não mudaremos a forma de lidar com ele, nosso comportamento. E assim, mesmo depois de estudar sobre o tema, voltaremos a cometer os mesmos erros, voltaremos ao mesmo padrão.

Logo, a solução para termos tranquilidade financeira, para conseguirmos – de uma vez por todas – mudar nossa realidade financeira atual e futura, não está apenas em aprender um punhado de regras sobre o que fazer com o dinheiro. E sim, como trabalhamos nossas crenças e valores, como mudamos de uma vez nossa relação com o dinheiro.

Só mudando nosso pensamento, nosso sentimento sobre dinheiro, mudaremos nosso comportamento e consequentemente nossos resultados.

Neste momento, você pode estar se perguntando: “ok, acredito nisso, que preciso mudar minhas crenças. Mas se elas foram construídas ao longo da minha vida, como mudá-las rapidamente?”

Tudo o que pensamos, nossas crenças, valores que norteiam nossos comportamentos estão “impressos” em nosso cérebro. Este órgão nobre gasta muita energia (cerca de 20% de toda energia que produzimos), então ele sabe que deve gastar o mínimo de energia possível. O nosso cérebro faz isso colocando coisas no automático. Sem ter que pensar para fazer as coisas, nosso cérebro está economizando energia para quando precisar pensar, raciocinar, decidir. É por isso que motoristas com muito tempo de carta, por exemplo, não precisam pensar o tempo todo para dirigir. A coisa toda acontece no automático. É por isso que muitas vezes não pensamos no caminho que devemos fazer de um lugar familiar para outro – como de casa para o trabalho, por exemplo. Quando vemos, já chegamos. E é por isso que conseguimos fazer várias coisas ao mesmo tempo. Porque algumas delas estão no automático.

Parte das nossas decisões com relação a dinheiro, compras, consumo, poupança, empréstimos, etc. estão no automático. E uma das maneiras mais eficazes de despertar nosso cérebro e fazer com que tenha novos padrões é através da Programação Neurolinguística. Um conjunto de exercícios e práticas que ativam nosso cérebro e desconstrói parte das crenças impressas há muito tempo, em questão de minutos ou até segundos.

Quando falamos de Educação Financeira, primeiro precisamos mudar nossos padrões de pensamento e crenças com relação ao dinheiro e fazemos isso a partir de exercícios de PNL.

Ao rever nossas crenças e valores, estaremos preparados para uma nova forma de organizar nossas finanças. É neste momento que oferecemos uma metodologia – testada e aprovada – que vai mudar o comportamento com relação ao dinheiro.

Aprendemos desde sempre que, para termos tranquilidade financeira, precisamos ganhar mais ou gastar menos. Esta é uma das nossas crenças mais importantes. E se disséssemos que existe uma terceira forma? A resposta está em Gastar Melhor.

Assim, quando desconstruímos a forma de pensar e relacionar-se com o dinheiro, quando estiver livre das crenças que o limitam, apresentaremos uma metodologia para que você gaste melhor. Assim você será capaz de mudar seu comportamento com relação às suas finanças pessoais e ter resultados diferentes dos que tem hoje.

Mas estas mudanças são permanentes?

Talvez você já tenha feito algum daqueles cursos que prometem mudar sua vida para sempre. E pode ser que durante o curso você tenha acreditado que sua vida nunca mais seria a mesma. Porém, passado algum tempo, as mudanças que você achava que seriam permanentes simplesmente não aconteceram.

Isso acontece porque depois de um curso, você volta para o seu dia a dia, para sua rotina. E o seu cérebro tenta voltar naturalmente para aquilo que é familiar, para o automático. Fora do ambiente “controlado” do curso, a vida continua e você fica exposto àquilo que fazia antes do curso. Em outras palavras, as mudanças que você experimentou nos cursos acabam não sendo duradouras.

A Neurociência tem uma resposta para isso. Seu novo comportamento deve se tornar um hábito. Por isso, você precisa praticar aquele novo comportamento aprendido por um tempo suficientemente longo para que ele se torne automático, para que seja um novo hábito.

Quando desenhamos nosso curso, quando decidimos que nosso maior objetivo é que você de fato controle suas finanças e tenha tranquilidade financeira, pensamos em uma forma de acompanhá-lo no período pós-curso. Para que tudo o que foi aprendido seja praticado por aquele tempo suficientemente longo, para que assim o comportamento de gastar melhor e manter-se na metodologia aprendida se torne um hábito.

Em resumo.

Nosso propósito é fazer com que as pessoas tenham tranquilidade financeira. Que isso possa se transformar em liberdade financeira. Porque sabemos como fazer isso, já fizemos e conhecemos os resultados.

Faremos isso por meio de um curso de imersão, utilizando ferramentas que nos ajudam a mudar de maneira permanente nossas crenças limitantes. Apresentaremos uma metodologia eficaz, que vai proporcionar aos participantes que gastem seu dinheiro de maneira mais eficiente, gastem melhor.

E para que o cotidiano não apague o que foi aprendido no curso, ofereceremos continuidade na aplicação da metodologia, por meio de um aplicativo para celular, que vai estar ao seu lado, auxiliando você quando tiver que fazer as escolhas, ajudando você a gastar melhor. Esta continuidade e assessoria permanente fará com que você crie o hábito de fazer melhores escolhas com o seu dinheiro.

Pronto. Você terá adquirido um novo padrão que certamente lhe conduzirá a tranquilidade financeira.

Nosso propósito é que as pessoas possam fazer melhores escolhas e que se libertem financeiramente, para que possam viver a abundância e responder à pergunta mais inquietante e interessante quando o assunto é finanças pessoais:

O que você faria, se dinheiro não fosse importante?